1º Lugar
Colaboração com arq. Sara Gabriel
(em fase de Projecto de Execução)
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Concurso Lar Residencial para Deficientes, Cadaval . 2009
1º Lugar
Colaboração com arq. Sara Gabriel
(em fase de Projecto de Execução)
Colaboração com arq. Sara Gabriel
(em fase de Projecto de Execução)
sábado, 18 de abril de 2009
(Es)Paço Real - Ambientes Recriados, Torres Vedras . Abril 2009
Espaço 6: Terraço
Em colaboração com Arq. Sara Gabriel
o antes....






fotos . Arq. Mauro Moro
Em colaboração com Arq. Sara Gabriel
Quer se aceda ao terraço pelo interior da casa, ou pelo exterior, a percepção que se adquire naquele patamar, produz sempre a mesma emoção: a Vista privilegiada e panorâmica que se pode vislumbrar de toda a cidade.
A intervenção será apenas o sublinhar das características daquele lugar, mimetizando o Ser do mesmo, com o Estar/Parar de quem o percorre: “Se podes olhar, vê, Se podes parar, escuta.”
A decoração assenta nas seguintes simbioses: Terra/Cor – Mobiliário e Acabamentos;
Água/ Luz – Iluminação; Ar/Som – Ambiente criado.
Espaço 11: Closet
o antes....
A intervenção será apenas o sublinhar das características daquele lugar, mimetizando o Ser do mesmo, com o Estar/Parar de quem o percorre: “Se podes olhar, vê, Se podes parar, escuta.”
A decoração assenta nas seguintes simbioses: Terra/Cor – Mobiliário e Acabamentos;
Água/ Luz – Iluminação; Ar/Som – Ambiente criado.
Espaço 11: Closet
o antes....


fotos . Arq. Mauro MoroAssociado ao tema “sol e lua”, “noite e dia”, “vestir e despir”, o objecto ESPELHO está localizado em frente ao CANDEEIRO de pé, sendo estes dois objectos as personagens desta “história”, que se intitula: SENSUALIDADE.
Tal como a lua não brilha, mas reflecte o sol, aqui, o espelho também reflecte a luz, apesar de nunca a conseguir ser....
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Moradia Unifamiliar, Torres Vedras
Por entre casas de caracter indiferenciado que buscam o convencional e a ostentação, a Casa que agora nasce, desenvolve-se de uma forma mimética com o terreno, querendo adaptar-se à sua topografia.
As aberturas que nela se rasgam, espreitam e emolduram a paisagem que se vê ao longe.
O pátio que a casa acolhe e desenha, cria uma simbiose entre interior e exterior, prolongando ambas as realidades.
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Moradia Unifamiliar, Silveira . 2007
A casa mostra uma linguagem simples com referência ás linhas rectas e volumes cúbicos, demonstrando características da contemporaneidade, que se traduzem em dois volumes que se interceptam.
O volume maior, contém todo o programa funcional da habitação e o volume que lhe é perpendicular, mais pequeno, engloba as áreas de circulação, acesso aos compartimentos, e áreas técnicas, como condutas e chaminé.
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Concurso Ideias Residencial Sénior - T. Vedras . 2006
2º Lugar . Colaboração com Arq. Sara Gabriel





Plasticamente composto por formas geométricas circulares abertas, o plano da entrada principal torna-se marcante pelo contraste que cria com uma fachada ritmicamente ordenada por vãos rectangulares, verticalmente regulares, que definem cheios/vazios e diluem toda a intenção de mostrar o que se passa no interior.
Toda a fachada do piso térreo revela-se como um código de barras, preconizado pelos vãos. Lateralmente o acabamento é betão à vista, homogeneizando todo o volume térreo pelo seu carácter maciço, de suporte.
Os blocos habitacionais terão duas fachadas distintas, a fachada este e oeste, em pedra lioz branca, como uma pele e a fachada norte e sul, com portadas de ensombramento em madeira, onde se vê a estrutura em betão à vista, como que um esqueleto que vai buscar a sua base ao piso 0, basilar.
No conjunto edificado haverá um vazio entre os dois primeiros volumes a serem construídos, preconizado pela falta rítmica de outro volume que naturalmente lá se devia construir, pela leitura lógica de uma cadência de um ritmo constante e regular.
Assim, esta pausa significa uma nova abertura para uma nova harmonia, que neste caso se concretiza na abertura ao novo edifício que se irá construir a sul, e um emolduramento da paisagem, incluindo o já existente Lar de S. José, e ao fundo, a encosta da Serra da Vila.

Plasticamente composto por formas geométricas circulares abertas, o plano da entrada principal torna-se marcante pelo contraste que cria com uma fachada ritmicamente ordenada por vãos rectangulares, verticalmente regulares, que definem cheios/vazios e diluem toda a intenção de mostrar o que se passa no interior.
Toda a fachada do piso térreo revela-se como um código de barras, preconizado pelos vãos. Lateralmente o acabamento é betão à vista, homogeneizando todo o volume térreo pelo seu carácter maciço, de suporte.
Os blocos habitacionais terão duas fachadas distintas, a fachada este e oeste, em pedra lioz branca, como uma pele e a fachada norte e sul, com portadas de ensombramento em madeira, onde se vê a estrutura em betão à vista, como que um esqueleto que vai buscar a sua base ao piso 0, basilar.
No conjunto edificado haverá um vazio entre os dois primeiros volumes a serem construídos, preconizado pela falta rítmica de outro volume que naturalmente lá se devia construir, pela leitura lógica de uma cadência de um ritmo constante e regular.
Assim, esta pausa significa uma nova abertura para uma nova harmonia, que neste caso se concretiza na abertura ao novo edifício que se irá construir a sul, e um emolduramento da paisagem, incluindo o já existente Lar de S. José, e ao fundo, a encosta da Serra da Vila.
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